segunda-feira, 9 de maio de 2011

Antigua-Guatemala 2º dia

Depois de uma tranquila noite de sono, acordei com o sol na cara, pois miha cama fica na janela e a cortina estava capenga. Ja eram 8 da matina e resolvi levantar.

Missão do dia: Reservar um tour pelo Vulcão Pacaya.

Mas antes, tomar um cafè da manha (desayuno) decente. Ei que entáo, andando na rua me deparei com uma plaquinha "Desayuno Tipico Q 25.00"



Entrei na hora e mandei subir.

Primeiro o cara me trouxe cafè, atè ai normal. Depois a surpresa que tenho o prazer de compartilhar com voces.

Ovo mexido, banana frita, queijo branco e feijao preto.

Isso me fez lembrar a celebre frase de gonzaguinha proferida por tantas e tantas vezes pelo Renato Rapp "Dez em cada dez brasileiros preferem feijao", alem daquela "Quem nao gosta de feijao, nao gosta da vida" Estava muito certo!

E agora pode adaptar a frase pra Guatemala.
De barriga cheia, parti em busca do tour. No inicio pretendia fazer o role pela manha, mas como ja passava das oito e o shuttle saia as 6, tive que fazer a trilha as 2 da tarde. Não me arrependo e aliàs, recomendo que seja feito a tarde, explico: apesar de nao ser possivel ver lava (meio frustrante nè) o por do sol compensou.

A trilha è pesada mas qualquer um pode fazer. Se nao aguentar, tem uns cavalinhos que levam os menos preparados.


A subida dura uma hora com algumas paradas para descanso.

Leve alguma coisa para comer (fruta, bolacha, chocolate, salgadinho) e nao esqueca da agua.

Um bom calcado è importante pois a descida eleva o grau de esforco nos joelhos.

45 minutos de descida e la estavamos nos de novo, digo nòs porque na van tambem estavam 5 Holandesas (sò por isso ja valeu a opena UahuHAu), rumo a Antigua.


Este passeio custou Q 50.00 de transporte atè a subido do pacaya e + Q 50.00 para entrar na trilha com guia incluso.



De volta ao hostel sò pra tomar banho, comer e capotar.


No dia seguinte pretendo conhecer mais das ruinas da cidade e subir "El cerro de la cruz" que tem vista pra cidade inteira.



HASTA LUEGO!!

Importante:



1 dolar vale 7.46 Quetzles.

Cabelo, chaveiro style pra sua mochila ta na mao!
Canjo, feliz casamento
Rafa e Cris, sonhei que vcs eram os proximos UAhuhAUhAUhA


Abracos!!

JJ

domingo, 8 de maio de 2011

¡Adios Brasil!





Faltavam algumas horas para chegar ao aeroporto e o coração ja batia mais forte. Nem as duas brejas no posto foram capazes de me fazer parar de tremer.
Sò consegui relaxar quando despachei a mochila no balcão da Copa Air.
De Sampa para Panama city dormi a viagem inteira, sem dramin (valeu Rafa).
Fui ao lado de 2 brazucas que estavam indo para El Salvador surfar durante 25 dias (Ai è vida!).
Estranho ou não, eu era o unico com mochilão, todos os outros passageiros estavam viajando de pacote e "rodinha" (nada contra :D).
Chegando a Panama City onde teria que esperar 3 horas para pegar a conexão atè a Cidade Guatemala, nao resisti e tomei minha primeira breja as 9 da manha. Era uma Balboa, breja panamenha que custou 5 doletas (caro bagaray).
O voo atè a guatemala foi com 30% da capacidade, bem "vaziiii". Durmi de novo. kkkk
Cheguei a Guatemala, GRACIAS!!
Logo na saida do aeropuerto la Aurora fui abordado por um cara vendendo passagem para Antigua. Fechei com ele por U$10. A viagem demorou 1 hora porque pegamos um transito infernal en Ciudad Guatemala.
A chegada em Antigua me lembrou muito a chegada em Cuzco. Ja a cidade me lembrou San P
edro. O que nao lembra nada è a vista INSANA do vulcao de agua que fica atras da cidade. Fiz a classica pergunta ao motorista da van: Porque o chamam de vulcao de agua? Ele me diz: "Porque tienes agua" Bolivia Feelings).
Cheguei a uma da tarde, fiz check-in no Hostel Villa Esthela (6
doletas a diaria) e fui me perder nas "calles" da ciudad.
A praça central estava tomada de turistas e locais num sol de fritar ovo no asfalto. Tomei varias Gallo, que è a breja nacional.
Tomei algumas no terraço do hostel (foto ao lado) e fui dormir. Estava pregado.

Amanha eu conto mais.
Hoje vou ao vulcáo Pacaya e espero ver lava de perto.

Aproveitando: MAE, TE AMO!!!

Hasa Luego!!!

JJ

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um pouco de história...

Há 4 dias de iniciar mais uma jornada pelo mundo, a ansiedade já chegou a um nível quase que insuportável. Memorizar o roteiro, preparar o mochilão, procurar dicas, reservar albergue, perguntar, ler, fuçar...Ufa!
Aos que pensam que mochilar é fácil, eu respondo: Sim, é fácil!
O duro é decidir pra onde (frio ou calor?), quando (alta ou baixa temporada?), com quem (amigos ou sozinho?), como (avião ou busão). Então, achou fácil?
Eu continuo achando que sim.
Se vc tem um objetivo, um sonho, tudo é mais fácil.
Pensando nisso, há um ano e meio atrás decidi que faria um mochilão a cada 2 anos. Acabava de voltar de uma mochilada que me trouxe grandes ( e eternas) amizades e a sensação de "quiero más".
O plano inicial da galera era Patagônia, depois mudou-se de idéia e surgiu o México., aí veio Don Fernando com uma idéia bizarra (zueira) sobre Europa e no fim, no fim mesmo, decidimos pela América Central e Caribe.
No resumo da ópera só sobrou Eu da galera toda. Canjo vai casar ( no dia da trip), Fernando vai mesmo pra Zoropa, Vitão vai pros EUA, Rafa num pode tirar tantos dias e Chymin é viado mesmo. UAhuHAUhAUHUAHuAH.
Mas iaee??
Iaee o que?
Qual o roteiro????
Ah tá!
Guatemala, México e Cuba


Nos vemos!

Abraço
JJ

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Saudade: Saudosas Saudações


Entrar no blog do Mochila Club depois de 2 anos é como reencontrar um velho amigo: As emoções afloram, lembranças ressurgem e o arrepio só não é mais forte que aquele sentido no gol do seu time contra o maior rival (Vai Palestra!!).

Todas as aventuras, perrengues, bebedeiras, risadas e loucuras vividas em 2009 surgem como um espasmo que mistura saudade e alegria.

Por isso tudo e sob orientação de mestre Chymin, escolhi utilizar este espaço para (tentar) relatar o mochilão que vou fazer em Maio, que como alguns devem saber será "solito". Porém, contarei sempre com a presença espiritual (daonde eu tirei isso?) do velhos camaradas Don Fernando, Rafa, Canjo, Vitão e Jerô, além do supra citado esposo de Geisi (que tem o Karma e a paciência de aguentar um botafoguense dentro de casa). E também, sem deixar de citar Johnny, Cris, Espartano (Ahúúú) e Fran.

Esse é o primeiro dos muitos posts que espero escrever.

Abraços

JJ

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Considerações finais por FERNANDO (el tradutor)


"Além do prazer de viajar foi o prazer das novas amizades, essa galera ultrapassou demais as minhas expectativas pela amizade, pelo respeito, pela manha na negociações, pela vontade de conhecer pessoas, pela zueira, e todos juntos na mesma aventura!!!
Vitor, El Planejador, hábil na negociação e um cara super gente boa, a impressão que deu que era a paz no grupo, umas duas vezes eu quis causar (hehehe) para um banho quente ou para juntar as mesas e o Vitão passava tranquilidade para relaxar, és bueno abogado!!!

Jesse, El Bebedor; tamos em todas sr. deputado, ótimo humor; era o meu parceiro para as baladas e de futebol, sempre pronto para o que der e vier e sempre com uma boa risada, e lembra do Souza, em qualquer esquina tavah o moleque kkkk ou o "gambá" nas ruas de Cusco, união São Paulo X Palmeiras hehehe o Jesse tá próximo a gente vai se ver direto para uma cerveja e jogar conversa fora hehehe.

Chelmy, El Filmador; parceiro de conversa, divertido ao extremo, e eu nunca esqueço da risada de vcs com o "Yo arraño o inglês!!" (kkkkk), Chelmy me ajudou em algumas situações complicadissímas como com a mochila (ensacada) em Uyuni e viu um disco voador em Uyuni kkkk e conversa comigo quando eu falava dormindo no busão!!!

Canjo, El Xingador; sempre atento e sempre ali, algum comentário do Canjo era motivo para risada kkkk o melhor! Como a revolta do Canjo e Chelmy com as respostas bolivianas hehehe por exemplo: "Amigo, o que sãp aquelas pedras" e a resposta bolivianas "São pedras" kkkkk. Comentários do Canjo sempre pontuais, me diverti contigo mais do que imagina!!!

Jerônimo, El Chefe; o Gê e o seu medo de motoristas bolivianos; foi duro me despedir dele na fronteira com o Chile, outro companheiro para uma rentável conversa; o Gê fazia sempre a gente se sentir bem, mesmo sofrendo com a altitude; um dia vou à Lagrimal ou Bananal para um café kkkk.

Enfim, por questão de roteiro não fiquei mais tempo com vocês amigos; mas Fernando, El Traductor estará na próxima para dessa vez um roteiro em conjunto do começo ao fim, rumo ao Fim do Mundo em 2011!!! Quando voltei à Uyuni e peguei o trem para Oruro fiquei desesperado para mandar um e-mail e reencontrar vocês, mas mantive a força porque sabia que reencontraria vocês em Cusco!!!

Bem... é isso, até a próxima meus amigos; Rumo ao Fim do Mundo..."

quinta-feira, 4 de junho de 2009

27, 28 e 29 - O Retorno

Quarta, dia 27, 9h da madruga, depois do desayuno, fomos direto para o banco fazer o resgate de alguns dólares pois Archanjo e Richielmy ja estavam zerados ha alguns dias, Vitão q estava bancando e fazendo os vales. No banco Mercantil Santa Cruz descobrimos q não aceitam o AMERICAN EXPRESS (assim como em 99% da Bolivia), ai começa o nosso 1º desespero: e agora o q fazer sem money?? perdidos na Bolivia?? Tentamos no caixa eletronico sacar na conta de Victor, so foi liberado 300 bolivianos (ou seja nada,, hehe) logo depois o cartão dele é bloqueado. 2º desespero: com as ultimas moedas q restavam ligamos para as operadoras dos cartões, e depois de muita musiquinha por telefone e nada de conversa, tinhamos um saldo no MASTER CARD de Richielmy, voltamos ao banco. 3º desespero: muitos minutos de espera e expectativas depois a "tia do caixa" retorna apos um longa consulta da ficha de Richielmy (afinal o animal estava com caracter duvidoso, de bernuda, bone, cabeludo, todo largado, a tia estava cheia de razão ao desconfiar), e liberou as doletas, q convertido em boliviano resultou em 3 brasileiros ricos e sorridentes, demos ate esmolas o dia todo.
Passado esse susto, compramos a passagem para Santa Cruz de La Sierra para as 17:30, com previsão de 17h de viagem, nesta q era a nossa última de busão, e como ja era tarde fomos almoçar e assistir o jogo da final da Champions Ligue ate a hora de voltar ao terminal de buses para o embarque.
Como as demais viagens de bus pela Bolivia essa por ser a ultima tb teve de tudo um poko, desde os famosos cantores, vendedores de tudo q se possa comer e beber, a uma inusitada familia de alemães, o patriarca e mais uns 6 meninos e umas 2 meninas, todos de cabelo branco e olhos azuis, e carinhosamente apelidados por um vendedor meio bebado de "seleção de puno". Claro q o atraso na chegada tb se fez presente, chegamos 3h atrasados, e depois do taxi voltamos ao nosso primeiro albergue, o Jadanga, e nosso penultimo dia (quinta-feira, 28).
Deixamos as mochilas no albergue e fomos almoçar "comida brasileira" (a moda boliviana claro), segundo indicação dos amigos q fizemos em Copacabana, pedimos feijoada e churrasco, a comida estava muito boa, afinal era um mes sem essa comida de verdade e 20h de bus. O nosso primeiro voo saia a 5h da madruaga do dia seguinte rumo a Campo Grande (MS), por isso voltamos pro Jodanga, tomamos banho e fomos descansar, o taxi ja estava combinado para as 3:30h nos levar ate o aeroporto.
Acordamos e o taxi ja estava a nos esperar, partimos... o motorista correu e muito, acima dos 120km/h (o aeroporto Viru Viru é bem longe da cidade), mas deu uma ja conhecida parada pra abastecer. As 4:08h alcançamos o balcão de chekin da GOL, onde recebemos a noticia q o embarque ja havia se encerrado as 4:00 em ponto. 4º desespero: perdemos o voo, ou melhor os voos (seriam 4 ao todo), apos varios argumentos e a chegada de mais uma passageira fomos liberados a embarcar, um rapido chekin e.... 5º desespero: US$ 24,00 doletas por pessoa cobrados (ou estorquidos) pelo aeroporto como taxa de serviço. Cade o money?! num tinhamos, naum aceitavam cartões de credito, Vitão tentou pedir emprestado a tal passageira q tb estava atrasada, mas sem chances, recorremos a casa de cambio ali mesmo e incrivelmente os REAIS ainda remanescentes deram o exato valor de US$ 72,00, coincindencia?? acão Divina?? ou fomos roubados pela casa de cambio?? Na hora isso pouco importou, pagamos a taxa e corremos para a alfandega, mas atrasados ainda, faltando poucos minutos para o avião decolar. 6º desespero: o raio X, capita algo na mochila de Richielmy, os seguranças chegam, reviram tudo e eis q surge uma tesoura, q nessa altura do campeonato nois nem imaginavamos onde estava, depois de um breve procedimentos ai sim liberados para o embarque, ou seja, CORREEE NEGADA!! saimos correndo pelos corredores ate a porta do avião q aguarda a gente.
01:30h depois estavamos descendo em CAMPO GRANDE (MS), mais 01h e bolinha chegamos em GUARULHOS (SP), ai esperamos o voo das 1h da tarde rumo a BELO HORIZONTE, e depois o ultimo ate VITORIA, onde a nossa espera estavam Jurandir e Vanilda ansiosos e sorridentes. Vale lembrar q como gastamos os ultimos centavos na taxa do aeroporto na bolivia, passamos o dia comendo apenas os lanchinhos dos voos, ainda bem que foram muitos voos...

24, 25 e 26 - La Paz (capital)

La Paz está entre um vale profundo rodeado por montes e montanhas de grande altitude pertencentes a Cordilheira dos Andes, e num nível acima esta a cidade de El Alto, como se fosse as bordas do caldeirão. Chegamos a noite, ao sair do coletivo fomos abordados por um policial que nos alertou sobre os perigos da capital boliviana (ficamos assutados e mais espertos ainda, mas nada aconteceu), pegamos um taxi indicado pelo seu "poliça" e fomos para o hostel, depois de algumas buscas e poucas vagas, ficamos no Hotel Torino, do lado da praça Murilo (praça da armas) e sede do governo - hermano Evo Moralles. Apos uma breve reunião no quarto e algumas contas feitas (a grana ja estava so na rapa, rsrsrs) decidimos o q fazer nos dias seguintes e fomos comer um pizza pra variar.
No domingo (dia 24) ficamos na cidade, conhecemos a praça, que estava sendo usada como cenário de um documentário sobre os bicentenario da independencia, claro q não conseguimos ser figurantes apesar da tentativas, rs. Tentamos depois um contato com Evo na residencia oficial e no congresso - sem sucesso, apesar da companhia do filho de LULA (Jesse). Passamos pelo mercado local q esta em reformas - a 25 de março boliviana - chegamos ate o mercado das Bruxas na rua "Linares" (é isso mesmo...rsrs), aqui de tudo se vende, inclusive os famosos fetos de lhamas, os sapos, pele de pulmam, cobra e etc, a maioria usados em oferendas a Pachamama. O mercado é impressionante, parece q estamos a muitos seculos atras, evoltos por fenticeiras, com um aroma natural do ambiente q completa a sensação.
Nesse dia almoçamos um na rua, calçada mesmo, um lanche local, tipo hamburguer porem com liguiça na chapa, como a fome era muita e o tempo curto, estava uma delícia, sem contar o preço, kuase de graça... hehehe. Partimos portanto rumo ao estadio de futebol, pegamos o coletivo (pra variar um poco), q nesse caso era uma van para umas 16 pessoas q anda de porta aberta e chamando o pessaol pra dentro. Ja no estadio compramos os ingressos para a partida entre La Paz e Universitário de Sucre (líderes do campeonato bolivano), dai ja imaginavamos a pelada hehehe. Entramos, as arquibancadas kuase vazias, e no meio da pouca multidão reencontramos um brasileiro (mineiro de "beuzonte") que haviamos conhecido em Águas Calientes, ficamos ali na torcida do La Paz, agitamos ao máximo, Jesse intaum nem se fala, parecia ate q era o seu amado Palmeiras q estava em campo, porem tanta empolgação não ajudou o time do La Paz q sofreu o primeiro gol.. foi uma decepção, mas não desanimamos, ainda no primeiro tempo o jogo foi empatado, um gol muito feio por sinal, mas foi gol. No segundo tempo o La Paz fecha a conta e vira a partida, graças a nossa torcida q naum desanimou um so minuto e graças ao gol contra do Universitário...
No dia seguite, tomanos o desayuno ao lado do hotel e no mesmo café que o presidente Evo freguenta, porem mais uma vez não o encontramos. Partimos para o Banco Mercantil Santa Cruz, afim de comprar uns dólares pelo cartão de crédito porem como o animal do Archanjo num levou o passaporte a transação ficou impossibilitada, fomos entaum para o terminal de buses, pois Jesse estava no fim de sua viagem e partiria rumo a Santa Cruz de la Sierra e de la para São Paulo, por trem e busão. Feito isso, estavamos nois em mais uma van-coletivo rumo as ruinas de Tiwanaco, mais ou menos 1h de viagem e uma peguena caminha, chegamos! Apos uma grande choradeira por um desconto no bilhete de entrada e sem sucesso, pagamos e adentramos pelas ruínas e museus, o lugar é incrivel, nos sentimos no egito devido as escavações que procuram e desvendam novas ruinas, vejam as fotos. o grande monolito de Pachamama, com 8m de altura de umas 20 toneladas é de arepiar! perfeito!! pena q como não se pode tirar fotos vcs não irão ver so se forem lá, mas pode ir pq vale a pena. Aki tambem reencontramos um alemã q fala portugues que haviamos conhecido em Machu Picchu.
Ao anoitecer estavamos chegando na cidade e fomos direto comer (pq durante o dia so foi biscoitos e chips), entramos uma carne bem assada, tão boa q nos lembrou ate a comidinha la de casa. De volta ao hotel e agora so em três aventureiros (Archanjo, Richielmy e Vitão) nos lembrou de que a viagem estava por terminar, mas com a imensa felicidade de q tudo falei a pena. Dorminos...
Dia 26, o último dia de "passeios" locais. Descartamos o Dowhill, devido a grana e ao tempo, partimos rumo ao Valle de la Luna (boliviano) e ao Chacaltaya, dessa vez contratamos uma empresa de turismo que conseguimos fechar minutos antes de partirmos. O Valle de la Luna é composto por formações rochosas de arenito, parece uma floresta de pedra, muito belo (fotos), e bem diferente do Valle de la Luna do Chile. Seguimos logo apos, rumo a 5.421m de altitude, para a estação de esqui mais alta do mundo (ja em baixa devido a falta de neve, graças ao aquecimento global). O bus nos deixa nessa estação (5.300m de altitude) depois é na canela, entre pedras, gelo, vento e muito frio, sem contar a escassez de oxigenio, por isso subimos bem devagar. La de cima a vista é magnifica! vemos a ciade de La Paz, El alto, o Lago Titicaca (sim o Titicaca) e o grande vale formado pela Cordilheira dos Andes, fizemos o tradicional boneco de neve, claro q a famosa querrinha de neve naum podia faltar, ate q a guia nos alerta-se sobre a hora da decida, mas antes fizemos uma pequena homenagem aos aventureiros Jerônimo e Jesse que não chegaram a neve no topo do Chacaltaya.
Nesse passeio conhecemos o Hélio, tb de BH, com quem comemos uma pizza em La Paz, no fim dessa tarde, e q ficou de nos enviar umas fotos assim q chegasse no Brasil.. la pra setembro..rsrs
Na cidade de La Paz não sentimos nem a metade do frio q era esperado, ou ja nos acostumamos ou esses dias forem mais calientes mesmo.